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Boletim SinepeNOPR – 7 de julho de 2016

Boletim SinepeNOPR – 7 de julho de 2016

SINEPE/NOPR na posse do SINTEEMAR

O presidente do SINEPE/NOPR, José Carlos Barbieri, representou a entidade na solenidade de posse da nova diretoria do SINTEEMAR, gestão: "Educação em Resistência", realizada na terça-feira (05.07). Celso Aparecido do Nascimento passou a presidência para José Maria de Oliveira Marques. A cerimônia contou com diversas autoridades entre elas, o reitor da UEM, Mauro Baesso e do vice-reitor, Júlio Damasceno. Dos 76 novos integrantes da diretoria do SINTEEMAR, 72 estiveram presentes.

Estatuto da Pessoa com Deficiência

A Assessora Jurídica do SINEPE/NOPR, Dâmares Ferreira, participou ontem (6/7) em Brasília do Seminário “Estatuto da Pessoa com Deficiência – Lei Brasileira de Inclusão – Desafios para a concretização de direitos”. O evento foi realizado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado.

Liberdade de expressão

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) tem audiência pública marcada para esta quinta-feira (7), quando estará em debate o tema liberdade de expressão na sala de aula. A iniciativa partiu do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que se diz preocupado com o crescimento de movimentos que pregam escolas livres de correntes políticas e ideológicas.

 Escola sem política

Estão surgindo em todo o Brasil grupos chamados de escola sem política, que têm um lado positivo de evitar o doutrinamento nas instituições de ensino; mas tem um lado muito perigoso, que é proibir o exercício da liberdade dentro das escolas — afirmou Cristovam.

 Participantes

Foram convidados o professor da PUC-SP Luiz Felipe Pondé; o jornalista Demétrio Magnoli; a secretária-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, Romi Bencke; a diretora-executiva da Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares, Vera Lucia Cabral; o coordenador do Movimento Escola Sem Partido, Miguel Nagib; e o professor da USP e ex-ministro da Educação Renato Janine.

Alteração no Estatuto da Criança

Foi publicada ontem (6/6) a Lei nº 13.306/2016, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90) em dois artigos: art. 54, IV previa que as crianças de 0 a 6 anos de idade deveriam ter direito de atendimento em creche e pré-escola. A Lei nº 13.306/2016 alterou esse inciso e estabeleceu que o atendimento em creche e pré-escola é destinado às crianças de 0 a 5 anos de idade.

Artigo 208

O art. 208, por sua vez, prevê que, se o Poder Público não estiver assegurando o direito à creche e à pré-escola para as crianças, é possível que sejam ajuizadas ações de responsabilidade pela ofensa a esse direito. Este inciso também foi alterado para deixar claro que a idade-limite para atendimento em creche e pré-escola diminuiu para 5 anos.

Lanterna

A má qualidade da educação de base jogou o Brasil para baixo na nova edição do "Relatório Sobre o Capital Humano", estudo do Fórum Econômico Mundial sobre o êxito dos países em preparar sua gente para criar valor econômico. O Brasil ficou em 83º lugar entre 130 países e pontuou menos que nações da América Latina e Caribe de menor desenvolvimento relativo, como Uruguai (60º), Costa Rica (62º), Bolívia (77º) e Paraguai (82º).

Indicadores de ensino

Calculado desde 2013, o chamado Índice de Capital Humano compara 130 países e uso do potencial de capital humano. Sintetiza indicadores de ensino, capacitação e emprego disponíveis a cinco grupos etários diferentes (menos de 15 anos a mais de 65 anos), como qualidade de escolas primárias, taxa de desemprego e treinamento no trabalho.

Líder

A Finlândia foi a líder do ranking que mede como os países constroem e mantêm seu potencial de capital humano. O país se beneficia de uma população jovem bem educada, da melhor educação primária e da maior taxa de ensino superior completo na faixa de 25 a 54 anos. Noruega e Suíça completaram o top 3.

Resultado brasileiro

O Brasil ficou abaixo da média da América Latina, com uma pontuação de 64.51 - o que significa que mais de 35% do capital humano do país continua subdesenvolvido. Um fator que puxou o desempenho do país para baixo foi o preparo dos jovens de 0 a 14 anos, o 100º entre 130 países. Pesaram nesse sentido a chamada "taxa de sobrevivência em educação básica", a capacidade de o aluno sair bem preparado do ciclo primário de ensino (98º lugar), e a qualidade da educação primária (118º lugar).

Fórum de Captação e retenção

A Húmus está promovendo o 3.º Fórum de Captação e Retenção de Alunos. O evento será realizado dia 18 de agosto, no Novotel Jaraguá, em São Paulo/SP, e contará com a participação de especialistas no assunto, que ajudarão os participantes a encontrar caminhos para se atingir excelentes resultados.

Ensino Básico

Uma parte da programação foi elaborada para atender às demandas do ensino básico, com temas como “Atendimento ao prospect – a importância do aluno formado”, “Como conquistar novos alunos e reter os atuais”, entre outros. Logo após fórum será realizado o Workshop Express: A ouvidoria e seu papel estratégico na fidelização da comunidade educacional. Informações e inscrições: www.humus.com.br ou (11) 5535.1397 | humus@humus.com.br

Alis Educacional

A Anima adquiriu a Alis Educacional por R$ 46 milhões. A transação envolve ainda um pagamento de até R$ 8 milhões referente a ganhos provenientes da expansão da instituição de ensino, que tem unidades no interior de Minas Gerais. Com apenas 4,3 mil alunos, a Alis despertou o interesse da Anima, principalmente, devido ao modelo acadêmico com adoção de metodologias pioneiras como sala de aula invertida, sistemas de ensino voltado para graduação e uso de muita.

Ensino a distância

Com a aquisição da Alis, a Anima passa a ter 100 mil alunos matriculados e fortalece sua atuação no ensino a distância, segmento em que entrou há pouco tempo. No primeiro trimestre, a receita líquida da Anima cresceu 7,9%, somando R$ 235,3 milhões.

Base curricular

Em debate promovido pela Folha de São Paulo, o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Silva, evitou definir um prazo final para concluir o currículo nacional. O encontro sobre a Base Nacional Comum Curricular reuniu o economista-chefe do Instituto Ayrton Senna, Ricardo Paes de Barros, o professor de história Ricardo Dreguer, o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne, e o professor de língua portuguesa do Instituto Sidarta, José Ruy Lozano.

Deficiências

O consenso entre os participantes foi de que a segunda versão do documento, divulgada em maio, ainda tem deficiências. Entre as críticas, está o inchaço de conteúdos e a falta de "conversa" entre os objetivos de aprendizagem e os conceitos introdutórios. Com o afastamento da presidente Dilma Rousseff, a nova equipe do MEC passou a trabalhar com a perspectiva de finalizar a base até novembro. 

  

Maringá, 07 de julho de 2016.

  

Assessoria de imprensa SINEPE/NOPR

 

 

 

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