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Boletim do SINEPE/NOPR –18 de maio de 2017.

Boletim do SINEPE/NOPR –18 de maio de 2017.

O futuro da Educação

O presidente do SINEPE/NOPR, José Carlos Barbieri, e os diretores Wilson Filho e Silvia Goya participaram na última terça-feira do Workshop sobre Educação do Masterplan, projeto da sociedade que visa preparar a Maringá de 2047, ano que a cidade completará 100 anos de emancipação.

 

O futuro do país

Após as graves denúncias contra o presidente Michel Temer, o presidente do SINEPE/NOPR, José Carlos Barbieri, comentou que espera que a apuração dos fatos seja rápida, acelerando o desfecho de mais uma crise que se instala no país. “É necessário agilidade porque diante da instabilidade, a economia voltará a sofrer. O Congresso Nacional precisa agir com inteligência para evitar que o país perca o bom caminho que tomou no último ano, com reformas históricas e importantes”, frisa o dirigente.

 

Balanço do ministro da Educação

O Ministro da Educação, Mendonça Filho, participou de audiência pública no Senado Federal, quando falou sobre as metas para o MEC em 2017.  O ministro fez um diagnóstico da educação no país – como encontrou a pasta há um ano, as atuais ações e o que será feito para melhorar o sistema de ensino.

 

Educação em baixa

O ministro reafirmou a postura do governo de investir com eficiência, o que, segundo ele, não ocorreu nas gestões anteriores, já que em 12 anos o orçamento do MEC triplicou, mas a educação no país piorou. Ele citou a queda no Pisa (o país ficou na 59ª posição em leitura e na 66ª em matemática, em um ranking de 72 nações); e o Ideb que, segundo o ministro, “deixou a desejar”, com o ensino médio estagnado em 3,7 pontos na média nacional das escolas públicas, abaixo dos 4,3 pretendidos.

Rombo e recuperação

De acordo com Mendonça Filho, em relação a dívidas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), houve um rombo de R$ 10,6 bilhões relacionado a obras autorizadas no governo anterior. Ele informou que, entre maio e dezembro do ano passado, o FNDE concluiu 1.720 obras na educação básica, além de 168 na rede federal de educação profissional e 528 nas universidades federais, com um investimento de R$ 2 bilhões. Houve, ainda, o resgate de R$ 4,7 bilhões de um total de R$ 6,4 que estavam contingenciados.

 

Recursos para a área

Foram garantidos, também, recursos para novas vagas e pagamento da taxa de administração do Fies; a liberação de R$ 700 milhões para a Bolsa Formação do Pronatec, antes zerada; e a retomada e aperfeiçoamento de outros programas importantes. Entre eles, o de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic em Ação); o Mais Educação, de escolas em tempo integral; o Brasil Alfabetizado, de educação de jovens e adultos; e o Ensino Médio Inovador.

 

MedioTec e Pronatec

Além disso, o investimento de R$ 700 milhões no MedioTec, programa de oferta de cursos técnicos em paralelo ao ensino médio regular nas escolas públicas, garantiu a abertura de 80 mil vagas. As matrículas do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) foram ampliadas de 138 mil para 738 mil. Já as universidades e institutos federais tiveram 100% de orçamento e custeio liberado, o que não ocorria desde 2014. 

Olimpíadas de Robótica

Estudantes de escolas públicas e particulares de todo o país que quiserem participar da Olímpiada Brasileira de Robótica (OBR) têm até sábado, 20, para se inscrever. Pode entrar na competição quem estiver cursando os ensinos fundamental, médio ou técnico. O objetivo é identificar jovens talentosos e promover debates no processo educacional brasileiro. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet. As inscrições podem ser feitas na página eletrônica da Olimpíada Brasileira de Robótica.

Melhores escolas do mundo

De acordo com o ranking elaborado pelo jornal britânico Financial Times, duas das melhores escolas de negócios do mundo são brasileiras: a Fundação Dom Cabral e o Insper estão entre as 50 principais. Além disso, a FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo) foi destaque em um dos critérios avaliados, mesmo sem aparecer na relação final.

 

Dom Cabral é a melhor brasileira

A Fundação Dom Cabral é a melhor brasileira na lista geral, ocupando a 12.ª posição - cinco acima de seu resultado obtido em 2016 -, enquanto o Insper surge na 47.ª colocação. A FGV-EAESP aparece somente como destaque no ranking de programas customizados, de modo que não está entre as 50 melhores. (UOL Educação).

 

  

 Maringá, 18 de Maio  de 2017.

 

 

Assessoria de imprensa SINEPE/NOPR.

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