Ouça nosso boletim

Boletim do SINEPE/NOPR – 16 de maio de 2017.

Boletim do SINEPE/NOPR – 16 de maio de 2017.

Enem

Até ontem, próximo ao meio dia, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) já registrava 3.417.104 estudantes inscritos no Enem. As inscrições podem ser feitas até 23h59 do dia 19 de maio. O prazo para pagamento da taxa, de R$ 82, vai até o dia 24 de maio, respeitando o horário de compensação bancária.

 

Verba para as federais

O Ministério da Educação liberou na sexta-feira, 12, R$ 276,8 milhões às instituições federais vinculadas à pasta. Os recursos serão aplicados na manutenção, custeio e pagamento de assistência estudantil e outros. A maior parte dos valores, R$ 197,18 milhões, será repassada às universidades federais, incluindo repasses para hospitais universitários.

 

Educação profissional

Já a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica receberá R$ 77,16 milhões. O restante, R$ 2,46 milhões, foi enviado ao Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ao Instituto Benjamin Constant (IBC) e à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). Desde o início do ano, o MEC repassou R$ 2,549 bilhões para as instituições federais vinculadas à pasta, incluindo o que foi destinado ao pagamento de despesas das universidades e institutos federais, do Ines, do IBC e da Fundaj.

Mestrado em Biologia

O Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional (ProfBio) receberá, de 12 de maio a 8 de junho de 2017, inscrições para seu exame nacional de acesso. Coordenado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ProfBio é um curso semipresencial com oferta simultânea nacional, no âmbito do sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), tendo como objetivo o título de mestre em ensino de biologia.

 

Energia de Materiais

O MEC firmou termo de cooperação técnica com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP). O centro desenvolve atividades de pesquisa que despertaram o interesse do Ministério da Educação em viabilizar a criação de um novo modelo de formação superior em ciências.

 

Dedicação exclusiva

Aos 62 anos, o professor português António Nóvoa, analisou o atual contexto brasileiro da Educação e frisou que o estímulo a políticas de dedicação exclusiva para os docentes pode ter resultados bastante fecundos. “É um passo decisivo para melhorar a escola pública brasileira, um passo que terá consequências muito mais significativas do que qualquer reforma…”

 

 

 

Currículo

António Nóvoa mantém atividade contínua dedicada à educação. É professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, da qual é também reitor honorário, depois de atuar como reitor executivo por duas gestões, numa das quais foi um dos responsáveis pela fusão da Universidade de Lisboa (tida como a “Clássica”) à Universidade Técnica de Lisboa, com a perspectiva de unir diferentes dimensões do conhecimento. Veja o conteúdo da entrevista no endereço http://www.revistaeducacao.com.br/diminuir-autonomia-docente-cria-apenas-solucoes-paliativas-afirma-antonio-novoa/

Carreiras em alta

As carreiras ligadas à tecnologia são as que mais oferecem postos de trabalho na atualidade. Nos Estados Unidos, por exemplo, 1,3 milhões de vagas serão criadas até 2020, em atividades que costumam pagar até duas vezes mais do que as de outras áreas. Só por esse argumento, o ensino da linguagem de programação desde a infância já se justificaria.

 

Pensamento computacional

Mas, o chamado pensamento computacional, desenvolvido com a ajuda do domínio deste ‘idioma’, é, segundo educadores, uma das ferramentas para a criatividade e para projetos mais autorais na vida profissional e pessoal. Inclusive para quem não gosta muito de números. Por meio de conjunto de códigos, um programador extrai exatamente o que pretende de um computador. É como se houvesse um diálogo mesmo, em uma língua que pode amedrontar os leigos, mas que está presente no dia a dia de todos.

 

Conteúdo obrigatório

A ideia de introduzir programação como conteúdo obrigatório nas escolas já avança nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. No Brasil, escolas particulares e públicas, por meio de parcerias, desenvolvem alguns programas. Fonte: Angela Corrêa – Gazeta do Povo.  

 Maringá, 16 de Maio  de 2017.

 

 

Assessoria de imprensa SINEPE/NOPR.

	Array
(
    [0] => No page with id root
)